Apresentação da Equipa

Encontro-->Todos os domingos ás 08h30 em frente da Câmara Municipal da Maia.

Somos um grupo de BTT amador que existe desde Outubro de 2007, constituída por um grupo de Amigos que valoriza a prática deste desporto e as voltas domingueiras no norte país. A equipa terá como objectivos para o ano de 2012/2013 adquirir novos elementos. Queremos fazer crescer ainda mais este grupo, se gostas de BTT e te identificas com o conceito saudável e de companheirismo com o qual nos identificamos aparece, serás bem recebido.

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

24 Horas de BTT-Junqueira 2012

Caros Amigos,

Estão abertas as inscrições para a prova de resistência “24 horas BTT -  Junqueira 2012".
Integrado no projecto, “Vila do Conde, um Concelho de BTT”, vai realizar-se, nos dias 14 e 15 de Abril 2012, a 4ª edição da prova “24 horas BTT 2012 da Junqueira ". 
Informações Gerais AQUI
Inscrições  AQUI

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Trilho dos Moinhos

Os Amigos da Montanha vão organizar no próximo dia 10 de Março (sábado), o "BTT Trilho dos Moinhos". Esta actividade é de cariz lazer activo, num trajecto em bicicleta que percorre alguns dos moinhos do concelho de Barcelos que outrora foram meios de subsistência das gentes e aldeias. Moinhos de água, moinhos de vento, moinhos a laborar, moinhos abandonados, moinhos assombrados, ruínas de moinhos, moinhos em ruínas, moinhos tenebrosos, moinhos secretos, moinhos enamorados, moinhos históricos… tudo num percurso em bicicleta, por trilhos, montes e vales de outrora, cravados de histórias, sinais e imagens únicas.

O património histórico, económico e cultural proporcionado pelos moinhos ainda existentes desenham um percurso verde, acessível a todas as idades, proporcionando ainda contacto com as aldeias e gentes embebidas em farinha moída nas grandes e pesadas mós de pedra, outrora um importante meio de subsistência.
O percurso para 2012 é integralmente novo e tem uma extensão de cerca de 45 Km.


Para te inscreveres clica em baixo em inscrições,

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A Nutrição No Ciclismo

A época do ciclismo acaba de começar, sendo as primeiras provas uma referência à condição física dos ciclistas para quando chegarem aos meses do Verão, pico da época, estarem no máximo das suas potencialidades. Sendo esta uma das modalidades com maior dispêndio energético, até 1200 Kcal por hora, com características peculiares, resolvemos apresentar sinteticamente os principais cuidados alimentares em dias de treino, pré-competição, dia de competição, e após a competição.

Dieta dia treino: 50-60Kcal/kg/dia, 60-65% hidratos de carbono, 12-15% proteínas, 20-28% gorduras, limitando as saturadas. Ter em atenção vitaminas (B1, B2, C) minerais (ferro, cálcio, magnésio) e antioxidantes (Vitaminas A, E, C, selénio, zinco, cobre, manganês).

Dieta pré-competição: Não mudar substancialmente os hábitos alimentares. Incrementar a contribuição de hidratos de carbono, entre 10-12g/kg/dia (65-70% valor energético total). Evitar alimentos ricos em fibras, leguminosas, bebidas gasosas, molhos, picantes. Dieta controlada em gorduras e proteínas. Aumentar a ingestão de fluidos nos 3 dias anteriores à prova.

Dieta dia de competição: Refeição pelo menos 2-3 horas antes da prova para haver um total esvaziamento do estômago. Realizada em condições de calma, mastigando bem. Evitar excesso de fibras, carnes e gorduras, fritos, molhos, sensação de saciedade e não abusar no café ou chá dada a sua acção diurética. No período de 45-60min antes da prova, há a denominada ração de espera. Neste período os ciclistas consomem alimentos com valor energético próximo 85-100 Kcal, preferencialmente alimentos semi-líquidos (sumo de fruta, iogurte magro com frutas...) existindo uma absorção mais rápida de modo a não haver risco de hipoglicemia. Neste sentido ainda, evitar ingerir açúcares simples a 30-45 min do início da prova. Quando faltarem 5-10 min pode-se ingerir bebida isotónica ou gel com 0,8ml/kg que pode ser acompanhado de 25g. de hidratos de carbono. Durante a prova tomar 600-1200 ml água e bebida isotónica ou em forma de gel. Alternar com sólidos (barrinhas cereais, bananas) com uma absorção mais pausada, que mantém os níveis de glicose no sangue mais estáveis.

JOSÉ AZEVEDO E LANCE ARMSTRONG
Dieta após competição: Na 1ª hora após exercício ingerir cerca de 1litro de bebida isotónica mais 1 saquinho de gel com 40g. de hidratos de carbono. Na 2ª hora seguinte à prova ingerir cerca de 600 ml. de bebida isotónica mais 400 ml. de água e 1 saquinho de gel com 40g. de hidratos de carbono. Na 3ª hora ingerir 500 ml. de bebida isotónica e 500 ml. de água mais 1 barrinha de cereais e 1 iogurte magro com frutas. Haverá ainda lugar a uma refeição (jantar) rica (70% valor energético total) em hidratos de carbono, de preferência complexos, cerca de 20% de proteínas e 10% de gordura.

Estes são apenas aspectos gerais dos cuidados nutricionais a ter em conta por parte dos ciclistas, que podem através do cumprimento destes cuidados atingir os principais objectivos da alimentação e nutrição do ciclista, como é o caso da prevenção da desidratação; reposição dos macro e micronutrientes; controlo da gordura corporal; recuperação muscular e reposição de glicogénio; protecção do sistema imunitário; protecção celular contra o excesso de radicais livres e a acidez – acido láctico. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

PARA TODOS UM BOM ANO 2012

Em contagem decrescente para o fim de 2011, os elementos do Maia Btt Team vêm agradecer todo o conjunto de encontros realizados durante o Ano, quase findo. Todos, sem exceção, foram uma mais-valia para, o fortalecimento de amizades, conhecimento de novos trilhos e grupos. Foram muitos que, neste Ano, aceitaram conhecer o Maia Btt Team, nos vários eventos em terras Maiatas, como também foram vários os convites endereçados ao grupo, a outros locais de eleição betetística, aos quais o grupo marcou presença; a Todos o Nosso muito obrigado.

Para 2012, o Maia Btt Team, espera crescer na captação de novos elementos, eventos e trilhos, apesar de Nos estarem a vedar montes, antes pedalados, transformando-os, luxuosamente, em parques habitacionais, depósitos de lixo, estradões, destruição florestal, etc.... não desistiremos da Nossa paixão desportiva.
São muitos os que escolhem este saudável desporto para, a saúde e meio ambiente, incómodo de algumas autoridades. Se és da Maia ou arredores vem conhecer o grupo, junta-te ao combate destas restrições impostas pela ganância monetária. Não pedales sozinho, nos montes, na estrada, experimenta o verdadeiro BTT pela segurança, divertimento e amizade em grupo.

Com este enorme sentimento de missão cumprida, o Maia Btt Team, deseja a Todos, os seus seguidores, visitantes, e, assinantes da página, restantes Amigos do pedal, Boas e Saudáveis entradas para 2012, com desejos de mais encontros, novos trilhos, novas culturas, paisagens e presenças. 
Para Todos


quarta-feira, 16 de março de 2011

Por Trilhos Neolíticos

Em resposta ao repto, do grupo BTTtalega com a persistência do nosso Hélder, o Maia BTT team    apresentou-se, dia 12 do corrente, no seu maior esplendor nas Terras de Baião, para uma desmistificação Medieval.
Pelas 08h:30m apresentaram-se no local do evento, em satisfatória resposta à tenacidade do regente, a maioria dos elementos do Maia BTT team.
Era sugerido um passeio diferente, na génese deste tipo de eventos, onde os aficionados descobridores proponham-se, por GPS, incitarem o espectro desconhecido, com todos os ingredientes, de uma prática cada vez mais aberta e participativa aos Amantes e proteccionistas da Natureza.

Pessoalmente já conhecia alguns trajectos, desta maravilhosa Região Nortenha, mas pelo que o GPS nos mostrava, adivinhava-se algo duro, porém repleto de boas vistas. O Tempo também não prometia grandes alegrias, contudo preparava-nos para a descodificação linear destes modernos guias.
O Aníbal, (assim conhecido em Celorico, conforme me fez questão de dizer), seria o meu guia para os 62 km, aguardava o seu Amigo, Luís e seu guia, que desta forma reforçava ainda mais o animado conjunto.
Já no átrio da CMB encontramos outros Amigos do Maia BTT team que em abraços, fotos de praxe e um pequeno “briefing”, por parte dos obreiros do evento, se deu início ao desconhecido.
O São Pedro deu-nos algumas iniciais tréguas, apesar de curtas. 

Não contendo eu boas memórias para trajectos, quilometragens, acumulados e tudo o mais, farei aqui aproximados relatos sobre os mesmos. Já em pleno asfalto, tento uma união de esforços com os que, não sendo do grupo, fazem parte dele por Amizade. Neste insucesso, causado pela “garra” do pedal, gozo e convívio, encontrei-me solitariamente no meio de um pelotão de 200 convivas. Desfeito o sonho acelero ao encontro do meu guia. Sentia-se alegria e algum anseio pelo que nos esperava. Reparo que o Sérgio já tinha ido com os aceleras, depois de ter-se disposto a andar connosco.
Findos 2km e 100 m de desnível, inicia-se a primeira, de outras subidas, com 8km até aos 900m de altitude. Perseguindo o Aníbal verificava-se já algum desalento dos impreparados, neste tipo de dificuldade. Ultrapassada a 1ª categoria desce-se até aos 450m acautelando-me de forma a evitar os mais afoitos, deixando o meu guia à beira de um ataque de nervos. Algum km’s á frente, aguardava-nos o acelerado Sérgio, com a desculpa de um problema técnico. (Era mesmo verdade, isto é só picanço). Em trio seguimos grande parte do percurso com o pensamento nos restantes elementos.
Chegados à separação da jornada ao km 25, somos ofertados com um, pequeno, mas refrescante reforço pelos BTTtalega. Aqui encontramos o Marco que, atraiçoado pela falta de bateria do seu GPS, se juntava a nós, embora já com algumas dificuldades físicas.
Numa constante perseguição de negras nuvens, que enunciavam piores cenários, inicia-se a 2ª categoria, com o Marco a esvaziar o seu depósito orgânico, enquanto o aguardo, o meu guia continuava a aventura. Uma incúria que iria ditar o desfecho da nossa prestação.Sem guia e GPS tínhamos de encontrar alguém que nos levasse à meta ou, no mínimo, não nos deixar desorientados num lugar nunca pedalado. Alívio ao reencontrar o Luís que, unido ao seu guia, autorizava a nossa colagem. Aproveita-se o encontro para um reforço alimentar, quando começa a chover desenfreadamente, mas nada a fazer, teríamos que pedalar para concluir o desejado.

Em quarteto fizemos grande parte do percurso, alcançando o ponto mais alto do trajecto. Faz-se nova paragem nutritiva com frio e nevoeiro, o enunciado era real assim como o desfecho. Retemperados, seguimos a boa velocidade para recuperar tempo, descia-se por entre regos perigosos até nova subida e nova separação do quarteto. O meu companheiro atrasa-se e eu separo-me do grupo acolhedor. Chuva forte, ventos frios e nevoeiros cerrados, quebram-me o prazer, que sentia até então. No alto, e, numa encruzilhada de trilhos, no meio desta “tempestade” aguardo pelo Marco que teima em aparecer. 

Como betetista conto com uns milhares de km’s, alguns sustos e percalços, mas nunca tinha estado tão só e perdido no meio de umas condições climatéricas desta natureza. O nevoeiro era tão forte que não via um palmo na minha frente, o vento parecia o motor de um avião, o frio, acumulado com o meu arrefecimento corporal, dava jus a uma possível hipotermia. Desorientado e assustado consigo reter o pânico e manter-me calmo num espaço de 10 minutos, tempo de aparecer o Marco, que de igual desânimo, com vontade de seguir para a meta, pelo percurso mais curto, o fazia pedalar. 
Sorteado o trajecto seguimos sós, em apoio Divino, até aparecer dois orientados betetistas que fizeram o favor de nos levar à aldeia mais próxima. Aqui os dois tinham o seu grupo à espera numa tasca, bastante conhecida dos demais. Enquanto aguardávamos cá fora que nos levassem até á meta, o Marco perguntava, ao dono da casa, o caminho mais curto para o fim da aventura. Explicado o trajecto pedalamos, pelo encurtado caminho, mais 15 minutos até aos carros. Tudo estava ao contrário, intranquilo, impaciente, não era o delineado inicialmente. Inconformado pelo sucedido alegrei-me ao reencontrar o Hélder e o Miguel que, feitos os 35 km, davam-nos conta do ocorrido, fazendo-me esquecer piores passados.

Desmistificado o proposto, fica concluído mais uma prestação do Maia BTT team  por trilhos Neolíticos, assegurados por uma organização onde, para além da gratuitidade do evento, não defraudaram os convidados. Tudo pensado ao pormenor desde o inicio ao fim. Banhos quentes, disponibilização de contactos, conferindo segurança aos aventureiros, em alguns cruzamentos, ambulância, restaurante com refeições a custo reduzido, tudo sem custos para os participantes..Com esta ímpar organização podemos repetir posteriores eventos, desde que assegurem um contracto mais vantajoso com o São Pedro. Com esta atitude prova-se que com pouco se faz muito mesmo em diferente magnitude.
De salientar o bom comportamento de um grupo de motorizados que cordialmente nos respeitaram em fortuitos encontros.

Tudo se esquece quando temos alguém que nos vê como Amigo, tudo se dissolve com vontades gratuitas, foi e é desta forma que o Maia BTT team concluiu o desafio de trilhar o incógnito, numa vila Neolítica.
Um líder faz-se com tenacidade e nós temos líder, pelo aqui representado.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Alberto Léon Encontrado Morto em Casa

Alberto Léon, o ex-betetista que, presumivelmente, servia de “distribuidor” de produtos dopantes na Operação Puerto e que, recentemente, foi novamente associado à Operação Galgo foi encontrado morto na casa do seu irmão em San Lorenzo de El Escorial, a norte de Madrid. Léon, terá sido vítima de enforcamento cabendo a investigação da Guardia Civil o apuramento das circunstâncias que levaram ao seu falecimento. De acordo com a rádio Cadena Ser, Léon vivia em casa do seu irmão e enfrentava uma depressão alegadamente provocada pelo pedido de divórcio da sua mulher.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Houve Estrela…………….




“Há uma estrela que cintila nas entranhas do vetusto granito beirão.....”

Foi, com mais, este mote, que o MaiaBttTeam, se representou, na 6ª Maratona de Beselga, e com este partilhamos um, brevíssimo, relato do ocorrido.

Segundo as informações, do IM, (Instituto de Meterologia), de possível temporal, no fim-de-semana de 13/15 de Novembro, para todo o País, nós, ainda mal refeitos do acontecido em Barcelos, pressentiam-nos de igual os objectivos para Beselga.

Chega o Sábado e com ele as melhorias climatéricas.

Obrigado pela logística da viagem, separo-me da “minha menina”, seguindo eu, bem mais confortável do que ela, num carro e ela noutro. Foi emotiva esta separação. Em contrapartida é a primeira a chegar ao destino.

A minha viagem sofre alguns percalços de orientação, não fosse da gaja do GPS, que insistia por trajectos diferentes do meu, teríamos chegado a horas decentes ao destino. Tardiamente instalados, demos inicio ao, tradicional, jantar de confraternização conjuntamente com as já conhecidas presenças nesta maratona.

Dia 13, e o porquê desta referência? Para quem, no meu caso, participou nas seis presenças, coincidem três, importantes, ocorrências. Joga Portugal, ou, Benfica, alguém festeja a sua data de nascimento, cabendo a esta última, o Jorge.

É na pequena sala de jantar, da estalagem, esgotada por arrojados betetistas, que se cantou os parabéns e ofertou-se bolo e champanhe. O aniversariante, tímido como o conhecemos, sentiu-se, em casa, rodeado de muitos congéneres da prática do pedal. Findo o repasto, quem quis pôs os telefonemas em dia, mesmo com algumas dificuldades das redes, deu-se um pequeno giro pela zona, com a habitual visita ao café, por nós escolhido para esta ocasião.

Termina-se a noite com uma visita à cave, da estalagem, e brinde da despedida, ofertado pelo dono da casa. Eu e o Jorge, acertávamos o dia D, na ida até à meta, descida de 6 km. Dúvidas??? Só mesmo a incerteza do tempo e a certeza do frio que se faz sentir, quase todos os dias, nestas, épocas e zonas Beirãs.

Dia D. Verifico o tempo pela janela, instável mas bom para pedalar, dou o alerta ao meu companheiro de quarto que, prontamente se levantou, carregado de vontade em trilhar os trilhos do Ceireiro. Discute-se o equipamento a levar, mas eu preparo-me para o previsto pelo IM.

Depois de um, reforçado, pequeno-almoço, descemos as “meninas”, que se encontravam encharcadas e geladas, (é o termo). Colocados os dorsais, 5 Jorge Leite e 340 Quedas, seguimos, três, rumo á meta da prova, após a saída dos restantes que foram de carro.

Impreterivelmente, às 09h, dá-se início à prova, que contava com 735 atletas, número este, após o alargamento das inscrições por parte da Organização, uma vez que o limite era de 500. Haveria mais, não fosse a humildade da Organização no gerir das suas capacidades de sucesso.

Uma novidade, (pelo menos para mim), marcou a prova, na introdução do CHIP electrónico, para controlar os tempos da Maratona e somente nesta, os restantes eram controlados pela forma normal.

Com um brinquedo novo no tornozelo, iniciamos a cruzada Beselguense, sem antes tentar encontrar os restantes Amigos da nossa digressão, que, pelo que se soube mais tarde, ainda estavam a equiparem-se.

Sobre o trajecto, no que me toca a observar, para além da sua dureza, foi igual a si mesmo, compreende-se o facto de a terra não ser muito grande e como tal a prova circundar os montes que banham a aldeia. Subida às eólicas é o “cancro” da prova, derrotando os mais incautos e domingueiros, acautelando os mais experientes. Engraçado de ouvir, um pouco por todo o pelotão, frases como; - aí está ela…..; fosgasssssssss, já fui; ó chefe, onde é o fim desta gaja???; ect…ect… resultando em algumas desistências mesmo antes do sentir, o zaaaaaz, zaaaaaz, das pás industriosas. No cimo desta reencontramo-nos e prosseguimos até à divisão da prova, sem antes trocar felicitações de praxe, onde cada um seguiu o seu objectivo. O Jorge na meia e eu na maratona.

Com os bites nos ouvidos, supero uma queda de açúcar, (uma infantilidade minha), durante 27 km, até ao último reforço, seguindo, já bem nutrido, até á meta, sem antes eu, e um adversário, entrarmos por um canal de água, desatentos às indicações no terreno. Falando destas, como sempre, nada a opor, e até, para quem me conhece, não me perdi.

Já na meta reencontro o Jorge pronto para pegar na minha “menina”, e seguir viagem, eu, (mais uma falha da minha cabeça), se tivesse posto o saco no carro do Jorge, não custaria esperar, como custou, pelos restantes companheiros.

Refeitos do esforço, seguimos viagem de regresso, satisfeitos com a, nossa prestação e a Organização.

Bom acolhimento e acompanhamento aos participantes na partida, chegada, e durante a prova, trajectos bem sinalizados e acessíveis a todos, que gostam do pedal, do envolvimento da população, nos, reforços e almoço final.

Despedida com auscultação, aos atletas, por parte da Organização, da sua satisfação referente à prova.

A lamentar; falha do apoio por parte dos bombeiros Locais. Estes não são pagos, mas solicitados para o evento, relegando a emergência, como aconteceu, tendo o atleta sido retirado do terreno por um elemento da Organização. Este reparo não atinge a mesma, mas a falta de sensibilidade e bom senso dos Soldados da Paz, com quem deveríamos contar.

Não chegariam duas paisagens para relatar a nossa prestação e satisfação, sentida, em mais uma presença neste evento. Houve uma estrela que cintilou, embelezou, harmonizou Beselga, não na chegada natalícia, mas na 6ª Maratona dos Caminhos do Cereiro. A beleza natural, cultural Beirã, contribuíram para mais um sucesso da prova, tendo o São Pedro, participado na mesma, obtendo um primeiríssimo lugar.

Para os restantes mebros, MaiaBttTeam, fica o desafio; a 7ª Maratona de Beselga.

Sentir é obter, explicar é um desafio.

Jorge Leite

E

Quedas





segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

8º Encontro Luso-Galaico, Esposende



Data do evento - 25 de Abril de 2010

O VALOR DA INSCRIÇÃO É 15,00 Euros;
As inscrições estarão abertas até ao dia 19 de Abril e podem ser realizadas por uma das seguintes modalidades:
- Submetidas pelo formulário on-line;
- Por de Fax, para o número – 253 960 176 – dirigido ao Serviço de Fomento do Desporto;
- Localmente, nas instalações da Esposende 2000 (horário: das 9:00h às 22:00h, todos os dias) e
- Na Casa da Juventude (horário: das 9:00h às 20:00h, de segunda a sexta-feira).
Todas as pessoas que se inscreverem constarão numa lista provisória, contudo, só farão parte da lista definitiva depois de validadas.

A Maratona estará limitada a 2.000 participantes.

A participação só será permitida aos indivíduos que tenham validado a sua inscrição antes da partida e exibam o dorsal fornecido pela organização com o respectivo número.
Ao inscreverem-se terão direito a:
- Participar na Maratona "Esposende um Privilégio da Natureza";
- Uma Jersey do evento;
- Tracks dos percursos para GPS;
- Reforço alimentar (líquidos e sólidos);
- Transporte de bens próprios para os postos de abastecimento;
- Dorsal;
- Tempo de percurso (caso tenha passados por todos os postos de controlo);
- Primeiros socorros e assistência médica;
- Seguro de acidentes pessoais de acordo com a lei em vigor;
- Acesso aos balneários da Piscina Municipal para banho no final da prova;
- Lavagem de Bicicletas;
- Alojamento em condições vantajosas (ver alojamento);

Nota: No final haverá um espaço gastronómico, com tendas promovidas por diversas associações locais, onde os participantes, familiares e amigos poderão dispor de uma refeição a seu gosto.

TODA ESTA INFORMAÇÃO E MAIS ALGUMA ESTÁ DISPONÍVEL EM:
http://www.cm-esposende.pt/LusoGalaico/

Cump,
Helder Linhares