Apresentação da Equipa

Encontro-->Todos os domingos ás 08h30 em frente da Câmara Municipal da Maia.

Somos um grupo de BTT amador que existe desde Outubro de 2007, constituída por um grupo de Amigos que valoriza a prática deste desporto e as voltas domingueiras no norte país. A equipa terá como objectivos para o ano de 2012/2013 adquirir novos elementos. Queremos fazer crescer ainda mais este grupo, se gostas de BTT e te identificas com o conceito saudável e de companheirismo com o qual nos identificamos aparece, serás bem recebido.

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Rally das Tascas

Caros Bttistas.

Estão abertas as inscrições para a Prova de BTT "Rally das Tascas - 2011".
Poderá efetuar a sua inscrição
O Rally das Tascas é um passeio de BTT nocturno com orientação por mapa. O objectivo principal centra-se na convivência de, e com todos os participantes e organização, de modo a passar uma noite agradável de Verão nas Cidades de Vila do Conde e Póvoa de Varzim. O percurso é inteiramente citadino e plano não oferecendo qualquer dificuldade aos participantes. O percurso mais curto tem cerca de 20 km e a sua dificuldade técnica e física é muito baixa, basta praticamente saber andar de bicicleta.

Com a ajuda de mapas fornecidos pela organização as equipas terão de descobrir 10 “Tascas”. Em cada “Tasca” um dos elementos da equipa deve apresentar a identificação fornecida pela organização. Na identificação será colado um autocolante para controlo e será servido 1 fino ou 1 fino traçado por equipa. Os mapas contêm uns quadradinhos vermelhos que assinalam a localização das Tascas, e na porta de cada “Tascas” tem um cartaz do evento afixado.

As equipas podem ser de 2, 3 ou 4 elementos e o preço por equipa é de 25 euros, com direito a seguro, brindes, finos, alguns prémios e com certeza muita diversão à mistura.
Este ano a organização vai oferecer mais uma vez à equipa vencedora 4 Francesinhas especiais, umas jerseys e outros prémios. Outras Ofertas para as 5 primeiras equipas.
Não percam também o típico pratinho de moelas ou francesinhas para o aquecimento dos motores.

Programa:
Dia 6 Agosto (Sábado):
19 às 20 horas – Confirmação de inscrições e entrega da documentação
20.30  horas – Partida das equipas separadas apenas por 2 minutos;
21.30 horas - Chegada prevista para as primeira equipas;
24 horas - Encerramento do secretariado.

Como Chegar:
Secretariado:
Café Losangulo
Travessa da N. Sra. Das Candeias, N.º28
4480 Vila do Conde

Vindo da A28 / IC1 (de Viana ou do Porto)
1)  Sair para Vila do Conde
2)  Contornar 3 rotundas sempre em frente
3) Nos 1ºs Semáforos virar à direita
4) 2ª Rua à direita (Café Losangulo)
Mapa
A Organização.
Paulo Oliveira - 919813477 -

Boas Pedaladas.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Alberto Léon Encontrado Morto em Casa

Alberto Léon, o ex-betetista que, presumivelmente, servia de “distribuidor” de produtos dopantes na Operação Puerto e que, recentemente, foi novamente associado à Operação Galgo foi encontrado morto na casa do seu irmão em San Lorenzo de El Escorial, a norte de Madrid. Léon, terá sido vítima de enforcamento cabendo a investigação da Guardia Civil o apuramento das circunstâncias que levaram ao seu falecimento. De acordo com a rádio Cadena Ser, Léon vivia em casa do seu irmão e enfrentava uma depressão alegadamente provocada pelo pedido de divórcio da sua mulher.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Houve Estrela…………….




“Há uma estrela que cintila nas entranhas do vetusto granito beirão.....”

Foi, com mais, este mote, que o MaiaBttTeam, se representou, na 6ª Maratona de Beselga, e com este partilhamos um, brevíssimo, relato do ocorrido.

Segundo as informações, do IM, (Instituto de Meterologia), de possível temporal, no fim-de-semana de 13/15 de Novembro, para todo o País, nós, ainda mal refeitos do acontecido em Barcelos, pressentiam-nos de igual os objectivos para Beselga.

Chega o Sábado e com ele as melhorias climatéricas.

Obrigado pela logística da viagem, separo-me da “minha menina”, seguindo eu, bem mais confortável do que ela, num carro e ela noutro. Foi emotiva esta separação. Em contrapartida é a primeira a chegar ao destino.

A minha viagem sofre alguns percalços de orientação, não fosse da gaja do GPS, que insistia por trajectos diferentes do meu, teríamos chegado a horas decentes ao destino. Tardiamente instalados, demos inicio ao, tradicional, jantar de confraternização conjuntamente com as já conhecidas presenças nesta maratona.

Dia 13, e o porquê desta referência? Para quem, no meu caso, participou nas seis presenças, coincidem três, importantes, ocorrências. Joga Portugal, ou, Benfica, alguém festeja a sua data de nascimento, cabendo a esta última, o Jorge.

É na pequena sala de jantar, da estalagem, esgotada por arrojados betetistas, que se cantou os parabéns e ofertou-se bolo e champanhe. O aniversariante, tímido como o conhecemos, sentiu-se, em casa, rodeado de muitos congéneres da prática do pedal. Findo o repasto, quem quis pôs os telefonemas em dia, mesmo com algumas dificuldades das redes, deu-se um pequeno giro pela zona, com a habitual visita ao café, por nós escolhido para esta ocasião.

Termina-se a noite com uma visita à cave, da estalagem, e brinde da despedida, ofertado pelo dono da casa. Eu e o Jorge, acertávamos o dia D, na ida até à meta, descida de 6 km. Dúvidas??? Só mesmo a incerteza do tempo e a certeza do frio que se faz sentir, quase todos os dias, nestas, épocas e zonas Beirãs.

Dia D. Verifico o tempo pela janela, instável mas bom para pedalar, dou o alerta ao meu companheiro de quarto que, prontamente se levantou, carregado de vontade em trilhar os trilhos do Ceireiro. Discute-se o equipamento a levar, mas eu preparo-me para o previsto pelo IM.

Depois de um, reforçado, pequeno-almoço, descemos as “meninas”, que se encontravam encharcadas e geladas, (é o termo). Colocados os dorsais, 5 Jorge Leite e 340 Quedas, seguimos, três, rumo á meta da prova, após a saída dos restantes que foram de carro.

Impreterivelmente, às 09h, dá-se início à prova, que contava com 735 atletas, número este, após o alargamento das inscrições por parte da Organização, uma vez que o limite era de 500. Haveria mais, não fosse a humildade da Organização no gerir das suas capacidades de sucesso.

Uma novidade, (pelo menos para mim), marcou a prova, na introdução do CHIP electrónico, para controlar os tempos da Maratona e somente nesta, os restantes eram controlados pela forma normal.

Com um brinquedo novo no tornozelo, iniciamos a cruzada Beselguense, sem antes tentar encontrar os restantes Amigos da nossa digressão, que, pelo que se soube mais tarde, ainda estavam a equiparem-se.

Sobre o trajecto, no que me toca a observar, para além da sua dureza, foi igual a si mesmo, compreende-se o facto de a terra não ser muito grande e como tal a prova circundar os montes que banham a aldeia. Subida às eólicas é o “cancro” da prova, derrotando os mais incautos e domingueiros, acautelando os mais experientes. Engraçado de ouvir, um pouco por todo o pelotão, frases como; - aí está ela…..; fosgasssssssss, já fui; ó chefe, onde é o fim desta gaja???; ect…ect… resultando em algumas desistências mesmo antes do sentir, o zaaaaaz, zaaaaaz, das pás industriosas. No cimo desta reencontramo-nos e prosseguimos até à divisão da prova, sem antes trocar felicitações de praxe, onde cada um seguiu o seu objectivo. O Jorge na meia e eu na maratona.

Com os bites nos ouvidos, supero uma queda de açúcar, (uma infantilidade minha), durante 27 km, até ao último reforço, seguindo, já bem nutrido, até á meta, sem antes eu, e um adversário, entrarmos por um canal de água, desatentos às indicações no terreno. Falando destas, como sempre, nada a opor, e até, para quem me conhece, não me perdi.

Já na meta reencontro o Jorge pronto para pegar na minha “menina”, e seguir viagem, eu, (mais uma falha da minha cabeça), se tivesse posto o saco no carro do Jorge, não custaria esperar, como custou, pelos restantes companheiros.

Refeitos do esforço, seguimos viagem de regresso, satisfeitos com a, nossa prestação e a Organização.

Bom acolhimento e acompanhamento aos participantes na partida, chegada, e durante a prova, trajectos bem sinalizados e acessíveis a todos, que gostam do pedal, do envolvimento da população, nos, reforços e almoço final.

Despedida com auscultação, aos atletas, por parte da Organização, da sua satisfação referente à prova.

A lamentar; falha do apoio por parte dos bombeiros Locais. Estes não são pagos, mas solicitados para o evento, relegando a emergência, como aconteceu, tendo o atleta sido retirado do terreno por um elemento da Organização. Este reparo não atinge a mesma, mas a falta de sensibilidade e bom senso dos Soldados da Paz, com quem deveríamos contar.

Não chegariam duas paisagens para relatar a nossa prestação e satisfação, sentida, em mais uma presença neste evento. Houve uma estrela que cintilou, embelezou, harmonizou Beselga, não na chegada natalícia, mas na 6ª Maratona dos Caminhos do Cereiro. A beleza natural, cultural Beirã, contribuíram para mais um sucesso da prova, tendo o São Pedro, participado na mesma, obtendo um primeiríssimo lugar.

Para os restantes mebros, MaiaBttTeam, fica o desafio; a 7ª Maratona de Beselga.

Sentir é obter, explicar é um desafio.

Jorge Leite

E

Quedas





terça-feira, 10 de agosto de 2010

Joaquim Sousa: Uma vida a pedalar


Já percorreu o equivalente a quatro voltas ao Mundo em cima de uma bicicleta e ainda tem energia para mais. Muito mais. Eis Joaquim Sousa, um jovem de 78 anos que quando se senta em cima da sua "menina" torna-se num verdadeiro exemplo de paixão pelo cicloturismo, seja nas estradas portuguesas, espanholas ou francesas.

Joaquim Sousa vive em S. Mamede de Infesta, Matosinhos,

e pratica cicloturismo há mais de 30 anos

Habituado desde cedo a ter de pedalar para se deslocar para o emprego, Joaquim Sousa viu no cicloturismo um passatempo que mudou a sua vida. "É uma actividade fantástica, que me permite praticar desporto, conhecer sítios novos e conviver ", explicou, ao JN, garantindo que já ultrapassou a barreira dos 200 mil quilómetros em cima da bicicleta. Da forma como o diz até parece fácil...
"É tudo uma questão de disciplina e força mental", afirma, sem rodeios, assegurando que qualquer pessoa é capaz de o fazer, "desde que tenha motivação, é claro".
É precisamente essa motivação e o gozo de chegar aos destinos que levam Joaquim Sousa a fazer milhares de quilómetros, de bicicleta, pois claro. Já foi do Porto a Paris, cumpriu os 300 km que separam a Invicta e Lisboa por sete ocasiões, e prepara-se para, no próximo mês, fazer a 28.ª viagem a Santiago de Compostela.
Os cerca de 250 quilómetros que separam o Porto da localidade espanhola são encarados por Joaquim Sousa como mais um fim-de-semana de "convívio e companheirismo" com os camaradas, todos eles mais novos, do cicloturismo. E para que o percurso seja cumprido na íntegra, tem vindo a intensificar os treinos, preparando-se para, até à data da partida, fazer mais 500 quilómetros.
"Como também tenho de cuidar da minha esposa, não posso andar de bicicleta todos os dias. No entanto, faço sempre três a quatro treinos por semana", fez notar, enquanto mostrava com orgulho os troféus, medalhas, taças e fotografias que guarda com o maior carinho.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1637788